Índios alegam que foram atacados por ovni
Postado em 17/2/2016
Redação: Ovnisul / Facebook: Ovnisul
O ano é 1977. Diversos objetos voadores não identificados (ovnis/ufos) são testemunhados por moradores dos municípios de Vigia, Santo Antônio do Tauá e Colares, todos no Pará.
Esse evento originou uma das maiores ondas ufológicas do mundo, sendo investigado pelo Exército, e batizado de Operação Prato.
À época, residentes alegavam que os ovnis estavam disparando uma espécie de raio laser em seus corpos, com objetivo de sugar o sangue das vítimas.
As testemunhas identificavam os ufos como “chupa-chupa”, devido as marcas deixadas nos ataques.
Apesar das fotos tiradas pelos militares de objetos desconhecidos nos céus das cidades, a operação foi interrompida sem maiores explicações.
Contudo, 39 anos após os episódios, uma nova onda de ataques de ufos contra a população parece voltar a acontecer, dessa vez em municípios do Acre.
É que de acordo com uma reportagem publicada na quarta-feira, 16 de fevereiro, no portal de notícias daquele estado, ContilNet, o professor indígena Airton Silva de Oliveira , alega que um ovni está atacando os índios das aldeias Nova Floresta e Cocoaçu, situadas no Alto Rio Envira, na cidade de Feijó (Acre).
Conforme Oliveira, o objeto emitia luzes e tinha odor semelhante a pneu queimado.
“Passei três noites pastorando. Era uma máquina pequena, que ascendia luzes vermelhas, azuis e verdes”, relata.
Tiros de espingarda no disco voador
Segundo o professor indígena, na semana passada ele socorreu o índio Iaka Ashanika, atingido por descarga elétrica de um suposto “disco voador”, depois de disparar 18 tiros de espingarda contra o ufo.
Oliveira recorda que o objeto se movimentava de forma muito rápida em todas as direções. Ele admite que os moradores estão assustados com o fenômeno.
“Ninguém esta conseguindo dormir nas aldeias. Estamos aterrorizados com aquele negócio estranho, que não é um drone”, enfatiza.
De acordo com relatos do radialista local Antônio Messias, a notícia se espalhou e ufólogos estão nessas áreas investigando as ocorrências.
Messias conta que inicialmente os índios achavam que era um drone.
“Mas por ter queimado os bicos de todas as lanternas e emitido fortes descargas elétricas, eles ficaram apavorados”, revelou o radialista, ao afirmar que os povos dessas tribos não consomem bebidas alucinógenas.
Além dos índios, Izan Carvalho de Melo, professor aposentado da Universidade Federal do Acre (UFAC), fala que testemunhou um ovni semelhante aos avistados pelos indígenas, às margens da BR-364, sentido Manoel Urbano-Feijó.
Até o momento, autoridades não emitiram parecer sobre o assunto.
Será que estamos prestes a presenciar uma nova onda de ataques de ufos semelhantes às ocorridas em 1977?
Fonte: ContilNet
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