sábado, 16 de julho de 2016

Héctor Babenco

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Editado pela última vez em 16 de julho de 2016.
Héctor Babenco
Héctor Babenco (2008)
Nome completoHéctor Eduardo Babenco
Nascimento7 de fevereiro de 1946
Mar del PlataBuenos Aires
 Argentina
NacionalidadeArgentina argentino (1946-1977)
Brasil brasileiro
Morte13 de julho de 2016 (70 anos)
São Paulo São Paulo
 Brasil
OcupaçãoCineasta
CônjugeBárbara Paz (2010-2016)
Xuxa Lopes
Raquel Arnaud
Outros prêmios
Prêmio do Público, na Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, por Lúcio Flávio, o Passageiro da Agonia (1977)
Prêmio Leopardo de Prata, no Festival de Locarno, por Pixote - A Lei do Mais Fraco (1980)
IMDb(inglês)
Héctor Eduardo Babenco (Mar del Plata7 de fevereiro de 1946  — São Paulo13 de julho de 2016) foi um cineasta argentinonaturalizado brasileiro de ascendência judaico-ucraniana.[1] Foi diretor de filmes como Pixote, a Lei do Mais Fraco e Carandiru, além de O Beijo da Mulher-Aranha, pelo qual recebeu a indicação ao Oscar de melhor direção em 1986.[2]

Biografia[editar | editar código-fonte]

Babenco nasceu na Argentina em 1946 e naturalizou-se brasileiro em 1977. Fez no Brasil uma carreira com filmes importantes, como "Carandiru". O primeiro longa-metragem do cineasta foi "O Rei da Noite" (1975). [3] Estrelado por Paulo José e Marilia Pêra, o longa mostra a história de Tertuliano, narrada por ele mesmo, desde sua infância até a velhice.
Em 2010 casou-se com a atriz Bárbara Paz. Foi pai de duas filhas, Janka Babenco e Myra Arnaud Babenco, de casamentos anteriores, e dois netos. [4]

Morte[editar | editar código-fonte]

Morreu na noite de 13 de julho de 2016, após ser internado no dia anterior para tratar de uma sinusite no Hospital Sírio-Libanês, quando teve uma parada cardiorrespiratória, às 22h50 do dia 13.[2] [5]

Filmografia[editar | editar código-fonte]

Premiações[editar | editar código-fonte]

  • Indicado ao Oscar de melhor diretor, por O Beijo da Mulher-Aranha (1984).
  • Prêmio Leopardo de Prata, no Festival de Locarno, por Pixote - A Lei do Mais Fraco (1980).
  • Indicado ao Grande Prêmio Cinema Brasil, na categoria de melhor diretor, por Coração Iluminado (1998).
  • Prêmio do Público, na Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, por Lúcio Flávio, o Passageiro da Agonia (1977).

Referências

  1. Ir para cima «Hector Babenco morre aos 70 anos em São Paulo». G1. Consultado em 14 de julho de 2016.
  2. ↑ Ir para:a b «Morre, aos 70 anos, o cineasta Hector Babenco». Uol. Consultado em 14 de julho de 2016.
  3. Ir para cima Nina Finco (03/03/2016). «Hector Babenco revê a própria vida e faz ode ao cinema em seu novo filme "Meu amigo hindu"». Época. Consultado em 15 de julho de 2016.
  4. Ir para cima Natália Castro (14/07/2016). «Bárbara Paz sobre Hector Babenco: 'Não estou conseguindo suportar'». O Globo. Consultado em 15 de julho de 2016.
  5. Ir para cima «Hector Babenco, o argentino que retratou o Brasil como poucos». Gazeta do Povo. Consultado em 15 de julho de 2016.

Ver também[editar | editar código-fonte]

Ligações externas[editar | editar código-fonte]


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