quarta-feira, 26 de abril de 2017


Kennedy: Planalto já teme impacto da greve geral nas reformas


Jornalista Kennedy Alencar destacou nesta quarta-feira, 26, que o governo de Michel Temer admite que há uma crescente adesão de trabalhadores e entidades à greve geral que deverá paralisar o País nesta sexta-feira, 28, em protesto contras as reformas trabalhista e da Previdência; "Há uma percepção do Planalto e dos organizadores de que a mobilização para a greve está se fortalecendo, com relevante ajuda de setores da Igreja Católica, inclusive da cúpula", diz; "A depender do impacto, poderá criar turbulências para a reforma trabalhista no Senado, se ela for mesmo aprovada hoje pela Câmara", diz o jornalista

26 de Abril de 2017 às 09:16 // 247 no Telegram Telegram // 247 no Youtube Youtube

247 - O jornalista Kennedy Alencar destacou nesta quarta-feira, 26, que o governo de Michel Temer admite que há uma crescente adesão de trabalhadores e entidades à greve geral que deverá paralisar o País nesta sexta-feira, 28, em protesto contras as reformas trabalhista e da Previdência.

"Há uma percepção do Planalto e dos organizadores de que a mobilização para a greve está se fortalecendo, com relevante ajuda de setores da Igreja Católica, inclusive da cúpula. Existe adesão de diversos sindicatos. (...) A depender do impacto, poderá criar turbulências para a reforma trabalhista no Senado, se ela for mesmo aprovada hoje pela Câmara.Mas, sobretudo, poderá atrapalhar o plano de voo do governo para votar a reforma da Previdência no próximo mês. Além da greve prevista para sexta, haverá as tradicionais manifestações de 1º de Maio, o Dia do Trabalho", diz o jornalista.

Kennedy diz também que até essa terça-feira, 25, o governo ainda não tinha uma planilha com 350 votos razoavelmente assegurados, a fim de ter uma margem de segurança para votar a reforma da Previdência.

"Mesmo que a reforma trabalhista tenha um placar avassalador, não dá para fazer uma transposição direta para a reforma da Previdência, porque é uma matéria que enfrenta maior resistência interna. Obviamente, uma vitória expressiva voltaria a criar um clima parlamentar positivo para o governo. Mas cada batalha tem as suas especificidades. E a batalha da Previdência é mais complexa, sujeita a maior resistência", afirmou.

Leia o texto na íntegra no Blog do Kennedy.


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Fonte: Brasil 247

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