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O ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal, autorizou
procedimento da Polícia Federal para tentar obter os dados do celular
apreendido com o coronel aposentado João Baptista Lima Filho. O coronel
Lima, como é conhecido, é amigo de Michel Temer e um dos seus operadores
financeiros.
Assinado
pelo delegado Josélio Azevedo de Souza, coordenador do núcleo político
da Operação Lava Jato na PF, o pedido da PF foi apresentado no âmbito
das investigações relacionadas a Temer na Operação Patmos. A solicitação
foi necessária pois há risco de perda de dados do aparelho.
Mesmo
diante do risco da perda de informações, Fachin autorizou o
procedimento. "Considerando as informações, defiro a realização de todos
os procedimentos necessários à ampla extração de dados. Oficie-se à
autoridade policial", decidiu o ministro.
De acordo com o laudo da PF, só foi
possível obter data, hora, assunto, remetente e destinatário (os
chamados metadados), mas "o conteúdo (corpo) dos emails não foi extraído
devido a impossibilidade de acesso à área de memória protegida do
equipamento". Para extrair esses dados, é feito um procedimento chamado
jailbreak.
Fonte: Brasil 247
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