DORIA USA MILÍCIA VIRTUAL PARA ATACAR ALCKMIN
Diogo Moreira/ A2imgA disputa entre o prefeito e o governador Geraldo Alckmin Para o prefeito de São Paulo, João Doria, vale tudo para conseguir a indicação tucana às eleições presidenciais de 2018, inclusive o uso de "guerrilha" virtual se tornou um confronto aberto na juventude tucana. O J-PSDB acusa a organização Conexão 45, que é ligada ao prefeito, de atacar Alckmin e outros quadros tucanos nas redes sociais e no WhatsA;
SP 247 - A disputa velada entre o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, e o prefeito da capital, João Doria, pela vaga do PSDB na disputa presidencial de 2018 se tornou um confronto aberto na juventude tucana. O J-PSDB acusa a organização Conexão 45, que é ligada ao prefeito, de atacar Alckmin e outros quadros tucanos nas redes sociais e no WhatsApp.
Em plenária da J-PSDB realizada neste sábado, 16, na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp), o grupo recebeu Doria e se queixou ao prefeito. “Estão fazendo calúnias contra o senador José Serra, contra o ministro Alexandre de Moraes e contra o governador Geraldo Alckmin, tudo em nome do senhor”, disse Lucas Sorrilo, um dos dirigentes da J-PSDB.
No entorno do prefeito, a avaliação é de que os dois grupos aproveitam a disputa entre Doria e Alckmin por 2018 para se “cacifar politicamente”. Além de Doria, o ex-senador José Aníbal, presidente do Instituto Teotônio Vilela, também estava na mesa principal da plenária.
A J-PSDB também disse, no evento, que militantes da Conexão 45 têm coagido tucanos com cargos na Prefeitura a apoiar a pré-candidatura presidencial de Doria. “Eles fazem pressão na capital. Dizem que, para estar na Prefeitura, tem de ser do time Doria”, afirmou Sorrilo.
Em sua fala, Doria exaltou Alckmin. “Desautorizo qualquer manifestação em relação ao Geraldo Alckmin. Tenho sido um guardião zeloso dessa relação”, afirmou. “É péssimo estimular qualquer disputa dessa natureza. Uma bobagem. Não faz o menor sentido. É uma coisa intestina, ao contrário do que almeja o partido”, disse Aníbal antes de sair da plenária.
Fonte: Brasil 247

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